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sexta-feira

Paulo Moreira: “Estreia foi muito positiva!”

Foi no Rallye Vidreiro, a quarta ronda do Campeonato de Open de Ralis que a MR Team estreou uma das novidades da época nos ralis, o Opel Corsa OPC, carro este que irá estar a disputar o Campeonato Open de Ralis e a Taça de Portugal de Ralis em 2012.
A viatura foi conduzida pela equipa Paulo Moreira e João Vieira e acabou por ficar pronta só na véspera do Rali, levando a que a equipa partisse para a prova em pisos de asfalto com pouco mais de meia dúzia de quilómetros rodados em estrada, mas mesmo assim, um pequeno teste que permitiu melhorar o acerto da suspensão, além de uma pequena adaptação ao novo carro.
Paulo Moreira terminou o rali muito satisfeito com o carro, onde como nos salienta “o objetivo inicial foi o de rodar com o carro, verificar possíveis falhas na preparação e ir melhorando o andamento.
Sem pretensões a lugares cimeiros na tabela, propúnhamos terminar nos primeiros 20. O tempo inconstante levou nos a optar por pneus de chuva que vieram a mostrar-se eficazes nos pisos escorregadios do pinhal. A falta de autoblocante na viatura e os poucos quilómetros efetuados não nos davam confiança para andamentos mais ousados, optando por uma toada mais cautelosa à medida que íamos descobrindo o potencial do carro. O andamento ia ficando mais consistente o que permitiu-nos melhorar tempos. Pelo caminho ficou um pião na 4ª PEC e uma saída de frente na 5ª PEC, permitindo nos no final alcançar o 20º lugar à Geral.
O Carro mostrou que tem já bastante potencial e com as evoluções que terá ao longo dos próximos ralis, acho que vai ser um carro muito competitivo. De parabéns, está a Monteiros Racing, que em contra relógio conseguiu terminar o carro a tempo e sem nenhum problema técnico ao longo do rali.
Queremos agradecer ainda aos nossos patrocinadores, Caetano Technik, ENI, BCA, Leatronic, Sopneus, NSA, Credibom, Biodouro, Irmsher, Tintauto, Hotel dos Navegadores, Grafite Publicidade, QF Lda e Monteiros Racing Team., assim como um especial agradecimento ao Paulo Antunes, Rui Porelo, Daniel Ribeiro, Jorge Carvalho, Nuno Neto e Mário Ribeiro."
Paulo Moreira prossegue a sua época no Rali Targa/Serra da Freita, prova pontuável para o Campeonato Open de Ralis.

sábado

Etapa difícil para a A.Maia Sport


O Rali Vidreiro, realizou-se no passado sábado, onde a equipa A.MaiaSport esteve novamente presente com as duplas, Júlio Maia/Alexandre Rodrigues e Manuel Martins/ Rui Vilaça.
A prova da Marinha Grande é sempre um desafio para pilotos e máquinas, e com as difíceis condições climatéricas sentidas, veio complicar ainda mais a tarefa de todos os pilotos.
Numa autêntica lotaria com a escolha de pneus, ambas as duplas da equipa partiram com pneus para piso seco, o que se mostrou ser a escolha acertada, mas ai começaram as dificuldades com as afinações escolhidas para esta prova. Ambos os pilotos optaram afinações de piso de chuva e tal não foi o ideal com ambos a terem dificuldades a controlar as viaturas.
O jovem piloto da equipa Manuel Martins, na 1ªPEC, obteve o 4º tempo entre os concorrentes do Desafio Modelstand, numa PEC onde perdeu algum tempo pelas afinações escolhidas “já que nas curvas com muito apoio a traseira do carro “parece” ganhar vontade própria. Contudo até acho que não entramos mal, mas o pior estava para vir quando no final da 4ª especial, arrancarmos em 5ºs do Desafio, vimos durante a especial o Pedro Fins parado (que era 4º), devido a despiste, o que nos colocava a 10seg do 3º lugar. Decidi então arriscar mais um pouco e já no final da PEC tivemos uma saída de estrada numa zona muito rápida que por pouco não nos pôs fora de prova. 
Conseguimos acabar a PEC, e com alguns danos no eixo traseiro decidimos continuar o rali, mas o carro não quis colaborar e na 5ª especial partiu-se algo no seletor da caixa e fomos forçados a abandonar. Foi algo inglório pois o novo carro, apesar de não estar com o melhor Setup, revelou ser realmente muito bom e depois de uma saída de estrada daquelas desistir por problemas de caixa é complicado de digerir. Mas agora venham os próximos ralis que certamente estaremos competitivos” comentava no final o piloto, apoiado pelo Credito Agrícola, que fez na Marinha Grande a sua estreia em 2012.
Já Júlio Maia, abordo do Peugeot 206 S1600, também não teve uma prova isenta de percalços, já que as más afinações em pisos seco e de chuva, um furo durante a 5ª especial e também um ligeiro toque que desalinhou o carro “foram condicionantes a mais para um só rali. É verdade que não tive muito á vontade com o carro nestas condições, mas também foram percalços a mais que nos fizeram unicamente pensar em terminar. Melhores ralis viram para conseguirmos voltar às boas exibições” finalizou o piloto da A.MaiaSport, apoiado pelos Lubrificantes Liqui Moly.
A próxima prova será o Rali Targa/Serras da Freita a realizar no próximo dia 12 de Maio.
A equipa agradece o apoio de todas a empresas de que continuam a acreditar no nosso projecto onde destacamos a: LIQUI MOLY, CRÉDITO AGRICOLA, WACKER NEUSON, A.MAIA LDA, DAR-A-SORRIR, BAR MOINHOS AO VENTO, ATOMIC ENERGY DRINK, AUTO COSTA E POVOACAR entre outros.

Pedro Fins com pouca sorte no Rali Vidreiro

Pedro Fins e Sérgio Rocha não foram felizes no Rali Vidreiro ao terem uma saída de estrada quando estavam em luta pelo terceiro lugar no Desafio Modelstand. 


Com os pisos dos troços de S. Pedro de Moel muito traiçoeiros devido à chuva, a dupla do Peugeot 206 GTi chegou ao final do terceiro troço em boa posição para conseguir mais um pódio, mesmo se a sua prestação foi mais uma vez prejudicada pelo número muito alto atribuído na ordem de partida para a estrada. 


O quarto troço pôs fim às intenções de Pedro Fins, quando numa travagem após um ressalto, o despiste foi inevitável, obrigando à desistência. "Estávamos a andar bem, apesar de achar que fomos bastante prejudicados nas duas primeiras passagens devido á diferença de carros entre nós e os dois primeiros do Troféu. Penso que tínhamos muito boas hipóteses de ter ficado em terceiro lugar, se não tivéssemos saído de estrada, mas estas coisas podem acontecer".

Já com um resultado para deitar fora, Pedro Fins encara as próximas provas com optimismo, “Não podemos desanimar, e temos que continuar a trabalhar e ser optimistas em relação ao futuro. Este é um resultado que vamos deitar fora, e ainda temos mais cinco provas para mostrar aquilo que somos capazes de fazer." 


Com assistência da SFR Motosport e os apoios da Stock-Car Megastore, Solinca, Reebok, Rambaxy Genéricos e NWI Casas, a próxima prova de Pedro Fins e Sérgio Rocha no Desafio Modelstand será o Rali de Monção, a 23 de Junho.

Carlos Neves vence entre os clássicos


Num rali que foi particularmente difícil para os Clássicos, Carlos Neves e João Reis acabaram por conseguir o pleno no Rally Vidreiro ao vencer entre os concorrentes do Troféu Nacional de Clássicos Ralis.

A prova em pisos de asfalto teve palco em S. Pedro de Moel e contou com umas condições atmosféricas nada fáceis, que deixaram os troços cronometrados bastante escorregadios.

A equipa do Datsun 1200 conseguiu mais uma vez tirar um muito bom proveito do seu carro, isto apesar de a muita chuva não ser nada favorável aos tração traseira.

Como nos refere o piloto da Costa da Caparica “Esta edição do Rali Vidreiro exigiu muita concentração pois as condições climatéricas não eram as melhores e estas classificativas no pinhal com chuva tornam-se muito traiçoeiras e escorregadios. Entramos no rali com algumas cautelas, mas mesmo assim não conseguimos evitar algumas “atravessadelas” típicas de um tração traseira que o publico tanto gosta. Nas primeiras classificativas conseguimos rodar em segundo lugar e controlámos o andamento dos nossos adversários que estavam muito perto.
Decidimos então dar tudo por tudo na primeira passagem da classificativa do Farol S. Pedro que apresentava o asfalto mais seco e é o tipo de piso onde me sinto mais à-vontade, pois à chuva ainda não tenho grande experiência. Com a desistência do nosso amigo Aníbal Rolo e com a confortável vantagem que conseguimos nesta classificativa face á concorrência gerimos o andamento da última classificativa e conseguirmos assim uma merecida vitória.”
Carlos Neves e João Reis garantiram assim a primeira vitória do ano, numa época que tem sido positiva, tendo a equipa ascendido ao pódio já por duas vezes. No Vidreiro venceram ainda a categoria 2 – H75 e foram também os 20º da classificação geral.

Por fim o piloto acrescenta ainda que “O carro esteve irrepreensível o que ajudou muito na obtenção desta vitória. Queremos mais uma vez agradecer a toda a nossa família que nos apoia incondicionalmente em todos os Ralis e também ao preparador Aníbal Rolo e a toda a sua equipa que tem desenvolvido o Datsun 1200 incansavelmente”.

Carlos Neves e João Reis prosseguem com o Rallye Santo Thyrso no mês de Junho

sexta-feira

Sortes distintas para os pilotos da SFR


O final do Rallye Vidreiro, teve um desfecho diferente para as duas duplas da equipa SFR Motorsport, que na prova em pisos de asfalto estiveram inseridos no Desafio ModelStand e Campeonato Open de Ralis.
O inicio da prova até foi muito positivo com os dois pilotos dos Peugeot 206 Gti a dominar entre os três primeiros lugares.
Gil Antunes e Carlos Ramiro foram mesmo o centro das atenções do rali, ao assegurar a liderança do troféu logo na primeira especial, estando à partida da última especial com 6.5 segundos de vantagem para o segundo. De forma bastante inesperada o seu mais directo adversário fez um tempo verdadeiramente “arrebatador” batendo toda a concorrência, conseguindo num único troço recuperar aproximadamente 14 segundos, retirando assim a vitória à equipa de Sintra.

Como nos refere o piloto “Conseguimos fazer uma prova em pleno, num rali muito bem disputado, onde tudo nos correu bem. As condições climatéricas não ajudaram, pois tornou os troços muito escorregadios e com várias situações onde era fácil cometer erros. Da nossa parte andamos sempre o que podemos e estávamos confiantes que íamos conseguir o primeiro triunfo da época. Acabamos por ser surpreendidos pelo andamento do Diogo na ultima especial, que deu o tudo por tudo e acabou por conseguir recuperar a diferença com que partimos para a ultima especial. O segundo lugar não deixa de ser positivo e bom para as contas do troféu, mas depois de termos liderado o rali desde a primeiro troço, acho que merecíamos sem duvida ter garantido a vitória. É um resultado que nos custa a aceitar, mas os ralis são mesmo assim e se os nossos adversários conseguiram de forma justa ser ainda melhores, só temos que dar o merecido mérito! Na próxima prova lá estaremos para tentar a vitória novamente. Deixo ainda um agradecimento a todos aqueles que fizeram questão de ir ao rali e nos apoiar, assim como a toda a equipa da SFR Motorsport pelo excelente desempenho no Rali”.
Após as seis especiais de classificação Gil Antunes e Carlos Ramiro levaram o Peugeot 206 Gti ao sétimo lugar da geral, segundo entre os concorrentes do Desafio ModelStand.

Pedro Fins e Sérgio Rocha estavam também a fazer um excelente rali apesar de alguns percalços pelo meio, devido ao estado muito escorregadio dos troços cronometrados.
A equipa rodou sempre dentro dos três primeiros, até à quarta especial, onde numa travagem forma um ressalto fez o piloto perdeu o controlo do 206 Gti, não evitando uma saída de estrada.

A dupla teve assim que colocar um ponto final na sua prova, perdendo assim um pódio quase garantido. Apesar do percalço a dupla não vai baixar os braços e mantém o optimismo para a próxima prova, que será o Rali de Monção, no próximo mês de Junho.


Pilotos SFR Motorsport – Rallye Vidreiro:
Gil Antunes/Carlos Ramiro - Peugeot 206 Gti – 2º do ModelStand, 7º geral
Pedro Fins/Sérgio Rocha - Peugeot 206 Gti - Abandono

Salvador Gonzaga garante primeiro pódio da época


Missão cumprida para a dupla Salvador Gonzaga e Paulo Lopes que conseguiram atingir os seus objetivos traçados para o Rallye Vidreiro, prova pontuável para o Campeonato Open de Ralis e Desafio Modelstand.
A dupla da Carlos Matos Competições vinha já nas provas anteriores a registar vários tempos nos três primeiros do troféu monomarca, faltando apenas garantir essa posição no final do rali.
Na prova em pisos de asfalto, acabaram por entrar com algumas cautelas, mas cedo conseguiram intrometer-se na luta pelos três primeiros, que durou até ao final da prova. Registaram o quarto melhor tempo na primeira especial, mas na segunda ascenderam já a terceiro e forçaram o andamento para aguentar essa posição. No momento em que os seus adversários começaram a ter alguns problemas a equipa do Peugeot 206 Gti apenas que teve que controlar o seu andamento e gerir a vantagem que tinha para o quarto classificado.
Como nos afirma o piloto do Porto, “Foi um excelente rali. As condições do tempo não ajudaram nada e devido a isso entramos um pouco a medo nos troços iniciais. Depois conseguimos encontrar o ritmo certo, entramos na luta pelos três primeiros, que era o nosso objectivo e acabamos por garantir este excelente resultado que foi sem dúvida um merecido prémio para toda a equipa que tem trabalho afincadamente neste projecto e também para mim e para o Paulo, que sem dúvida demos uma grande evolução esta época. Temos que manter agora esta motivação e continuar a trabalhar para irmos ainda mais além no troféu”.
Após as seis especiais de classificação Gonzaga/Lopes garantiram assim a 14ª posição da geral, terceiros no Desafio ModelStand.

Vitória “escapa” mesmo no último troço


Não foi o final de rali que se esperava da dupla Gil Antunes e Carlos Ramiro em mais uma etapa do Desafio Modelstand e Campeonato Open de Ralis que foi até S. Pedro de Moel para mais uma edição do Rallye Vidreiro.

A dupla do Peugeot 206 Gti fez uma prova notável, entrando muito motivados e dispostos a conseguir finalmente a primeira vitoria da época pondo assim um ponto final a alguns azares que os impediram de até agora chegar ao triunfo. O piloto de Sintra mostrou todo o seu potencial e liderou o rali desde a primeira especial estando à partida da última especial do rali com 6.5 segundos de vantagem para o segundo classificado.

A exemplo de todos os outros troços cronometrados, no último a equipa andou o que podia mantendo contudo sempre uma pequena margem de segurança, pois os troços estiveram sempre muito escorregadios e qualquer distração podia culminar com um erro que acabava por estragar aqui um bom resultado.

De forma bastante inesperada o seu mais directo adversário fez um tempo verdadeiramente “arrebatador” batendo toda a concorrência, conseguindo num único troço recuperar aproximadamente 14 segundos, retirando assim a vitória à equipa de Sintra.

Como nos refere o piloto “Conseguimos fazer uma prova em pleno, num rali muito bem disputado, onde tudo nos correu bem. As condições climatéricas não ajudaram, pois tornou os troços muito escorregadios e com várias situações onde era fácil cometer erros. Da nossa parte andamos sempre o que podemos e estávamos confiantes que íamos conseguir o primeiro triunfo da época. Acabamos por ser surpreendidos pelo andamento do Diogo na ultima especial, que deu o tudo por tudo e acabou por conseguir recuperar a diferença com que partimos para a ultima especial. O segundo lugar não deixa de ser positivo e bom para as contas do troféu, mas depois de termos liderado o rali desde a primeiro troço, acho que merecíamos sem duvida ter garantido a vitória. É um resultado que nos custa a aceitar, mas os ralis são mesmo assim e se os nossos adversários conseguiram de forma justa ser ainda melhores, só temos que dar o merecido mérito! Na próxima prova lá estaremos para tentar a vitória novamente. Deixo ainda um agradecimento a todos aqueles que fizeram questão de ir ao rali e nos apoiar, assim como a toda a equipa da SFR Motorsport pelo excelente desempenho no Rali”.

Após as seis especiais de classificação Gil Antunes e Carlos Ramiro levaram o Peugeot 206 Gti ao sétimo lugar da geral, segundo entre os concorrentes do Desafio ModelStand.

Gil Antunes e Carlos Ramiro prosseguem agora com o Rali de Monção, nos dias 23 e 24 de Junho nesta mesma cidade.

Luís Mota triunfa no Regional, no Open foi 4º


Acabou por ser muito positivo o regresso do Mitsubishi EVO VII da Competisport ao Campeonato Open de Ralis, que teve palco no passado sábado em S. Pedro de Moel com o Rallye Vidreiro.
Luís Mota e Alexandre Ramos acabaram por fazer um rali surpreendente, onde o principal objetivo até era mesmo rodar com o carro e ter um primeiro contato com as melhorias feitas no 4x4.
A equipa começou por rodar nos cinco primeiros nos dois troços iniciais, evoluindo depois até a terceira posição nos dois troços seguintes. Nas últimas duas passagens acabaram por ser surpreendidos pelos 4º classificados, que já com a meta à vista conseguiram ascender a terceiros.
A equipa do Cartaxo ficou assim com a quarta posição, num resultado que acaba por ser muito positivo, já que conseguiram mais uma vez ser os melhores no regional centro, onde lideraram o rali desde a 1ª PEC, obtendo assim a segunda vitória da época.
Como nos refere Luís Mota “Foi sem duvida um rali muito positivo. Não estávamos a contar já com este andamento nesta primeira prova, que foi muito bom. Correu tudo bem, nos primeiros quilómetros não sabíamos ao certo o que esperar do carro e só ao longo do rali fomos tendo uma primeira noção do comportamento do EVO. Conseguimos andar nos três primeiros, o que é muito bom, e quando parecia que tinhamos o lugar do pódio garantido, acabamos por ser surpreendidos nas últimas especiais pelo Carlos Martins, que teve mérito na recuperação que fez. O 4º lugar e a vitória no centro acaba por ser um resultado muito positivo para nós”.
Após as seis especiais de classificação, Luís Mota e Alexandre Ramos terminaram o Rallye Vidreiro na 4ª posição da geral, 1º no Campeonato Regional Ralis Centro.
A equipa do Cartaxo colocou online também a sua pagina da Web, onde além das noticias e acompanhamento dos resultados dos seus pilotos, é possível ver e consultar todos os serviços e produtos da Competisport.
A Competisport prossegue com o Rallye Santo Thyrso nos dias 5 e 6 de Maio.

Daniel Nunes vence no Campeonato Júnior

A dupla Daniel Nunes e Daniel Amaral conseguiram no Rally vidreiro marcar o regresso aos triunfos, colocando assim o ponto final ao azar que os perseguia até então.
 Apesar de tudo o Rallye Vidreiro não foi nada fácil para a equipa que começou mal no primeiro troço onde um tubo do intercooler se soltou e fez com que o carro ficasse sem qualquer pressão no turbo. Com isto perderam bastante tempo nos troços inicias, acabando por comprometer o resultado final no Campeonato Open de Ralis. Mas nem só de vitórias vivem os ralis.
 Além do grande andamento que a dupla evidenciou com o Mistubishi EVO VI no Rali, foram umas das duplas mais aguardadas pelo público nos troços cronometrados pois deram um verdadeiro recital de condução nos escorregadios troços do Pinhal de S. Pedro de Moel. 
 Com o evoluir das especiais a dupla de Sintra foi recuperando o tempo perdido e acabou por ascender ao 5º lugar do Open de Ralis, segundo entre os concorrentes do Campeonato Regional Ralis Centro e primeiro no Campeonato de Portugal Júnior de Ralis.
 Como nos afirmou o piloto “ O resultado final acaba por ser muito positivo. Terminar o rali foi como uma vitória, pois conseguimos finalmente terminar um rali e deixar para trás os azares das duas últimas provas. No primeiro troço saltou-nos o tubo, que acabou por condicionar o rali, pois fizemos dois troços com o carro num ritmo muito lento, mas nunca baixamos os braços e mantivemos a nosso andamento no resto do rali. Acima de tudo conseguimos nos divertir imenso, demos bastante espectáculo e ficamos satisfeitos com as melhorias no carro. Este está agora muito melhor e contamos na próxima prova tirar muito mais rentabilidade do mesmo”. 
 Daniel Nunes e Daniel Amaral saíram assim da Marinha Grande com mais dois pódios, recuperando também preciosos pontos para os campeonatos que estão inseridos. 
A próxima prova da equipa deverá ser o Rali Targa - Serra da Freita no próximo mês em Arouca.

Resultado aquém das possibilidades

No final do Rali Vidreiro, prova do Campeonato OPEN de Ralis realizado este Sábado em S. Pedro de Moel, o Volkswagen Golf Kit-Car de André Cabeças e Júlio Sousa surgiu na classificação final na 11ª posição absoluta, mas a equipa ficou com plena consciência de que o resultado poderia ter sido bem melhor. Com alguma chuva a alterar constantemente as condições do asfalto da mata, o piloto optou por entrar com cautela na primeira secção do rali, não correndo muitos riscos mas mantendo um andamento vivo que lhes permitia estar na 9ª posição da geral, mas com pouco tempo de desvantagem para os seus mais directos adversários. Contudo, um furo no início da terceira classificativa do rali, deitou por terra as aspirações de um bom resultado final, com a equipa a perder mais de 40 segundos para os líderes em apenas 7 quilómetros. Nas duas classificativas seguintes foram sempre rápidos, realizando o sexto tempo da geral em ambas e tendo sido os segundos das duas rodas motrizes na primeira passagem da classificativa do Farol de S. Pedro de Moel. Contudo na derradeira especial do rali, um problema com a direcção do Golf Kit-Car fez com que o carro ganhasse “vontade própria” e ditou que perdessem ainda mais tempo e caíssem para a 11ªposição final. “Chegamos ao fim, e fizemos tudo o que era possível. O furo é imprevisível, mas os danos que provocamos na direcção ao rodar furados, originaram o problema da direcção que se manifestou quando íamos de sexta a fundo na maior recta do rali. A direcção abriu e o carro ficou com um comportamento errático, que levou a termos de reduzir muito o ritmo.“Com a chuva não foi fácil, não tivemos os melhores pneus para fazer face às condições mas espero mudar isso a curto prazo para perceber ainda melhor onde posso chegar com o Golf Kit-Car, pois para já as indicações são boas, pois em condições normais perder em média menos de um segundo por quilómetro para o líder com estes pneus, só pode ser um indício de que com a aposta certa podemos ser muito mais fortes no asfalto.”

Rui Garcia com vitória categórica no Rali Vidreiro

Foi um regresso triunfal, o de Rui Garcia e Luis Sá ao Troféu Fastbravo, pois colocaram desde o início o Seat Marbella na liderança do Rali Vidreiro, sem nunca deixar margem de resposta aos seus adversários no Troféu, tendo sido ainda terceiro no Campeonato Júnior de Ralis. Esperavam-se condições climatéricas difíceis em S. Pedro de Moel, e Rui Garcia optou por nunca ultrapassar os limites, efectuando uma prova sem qualquer percalço, e com poucas situações que pudessem comprometer a sua prestação. Com um carro cooperante, desde a partida do rali que começaram a construir uma confortável vantagem sobre os restantes concorrentes, que na maioria não conseguiram evitar saídas de estrada e muitos piões, num asfalto muito traiçoeiro em muitas das classificativas. Para o jovem piloto, “aproveitamos o asfalto seco na primeira classificativa que realizámos, para atacar forte, e a partir daí nunca arrisquei demasiado, pois seria muito fácil deitar tudo a perder em qualquer excesso. Com a vantagem que acumulámos, cabia aos outros atacar, mas com a chuva que chegou, os excessos pagaram-se caro e ficamos desde cedo com a noção que o rali estaria decidido a nosso favor e que não valia a pena forçarmos mais o andamento.” “Fomos tranquilamente até ao final, sempre atentos aos tempos da concorrência, e percebemos que desde que o carro colaborasse a vitória estaria praticamente assegurada. Abrir o nosso calendário com uma vitória é excelente para as nossas pretensões de vencer o troféu este ano, e vamos continuar a trabalhar para tentar repetir o resultado no próximo rali.”

Rali difícil para equipas da Respol

O Rali Vidreiro terminou sábado, na Marinha Grande, num dia que se revelou muito complicado para a prática da modalidade, pois a chuva criou muitas dificuldades a todas as equipas participantes, nomeadamente, quanto à escolha dos pneus a utilizar. André Marques e Hugo Magalhães terminaram a prova na 8ª posição da geral absoluta e quartos nas viaturas de duas rodas motrizes, mas poderiam ter terminado alguns lugares mais acima se não tivessem sido afectados por dois furos durante o decorrer da prova, mas a confiança e motivação saíram reforçadas neste rali. O piloto de Leiria que fazia a sua estreia à chuva com o Peugeot 206 S1600 mostrava-se conformado à chegada, pois “era impossível fazer melhor! Entramos bem, e logo na primeira especial fizemos o terceiro tempo à geral, o que nos deixou ainda mais motivados, mas logo na especial seguinte falhamos o arranque depois de um pouco de óleo ter saltado para o pára-brisas, e perdeu-se logo aí algum tempo.” “No resto da prova ainda tivemos dois furos, na quarta e quinta especial, e nesta última foram mais de 5 quilómetros furados o que deixou o carro muito desalinhado para a última especial. Queríamos o pódio das 2 rodas motrizes e lutar pelos lugares mais à frente, mas depois do rali, estamos satisfeitos com os pontos conquistados para o Campeonato, e por vermos mais uma vez que o trabalho está a dar frutos e somos cada vez mais rápidos e competitivos. A confiança e motivação estão em alta e por mim, íamos já amanhã para o próximo rali.” Sérgio Vaz e Bino Santos tiveram por sua vez uma prova para esquecer. Uma fuga no óleo da direcção assistida depois de um corte de uma curva mais agressivo, deixou o carro com dificuldades e o tempo perdido foi desde logo muito. Depois, um problema eléctrico, provavelmente derivado da muita água que se abateu sobre as classificativas, deteve a equipa durante largos minutos na estrada, pois o Peugeot 206 Gti recusou-se a pegar, levando a um novo atraso e penalizações de estrada que relegaram a equipa para os últimos lugares da prova. A partir daí pouco mais havia a fazer do que levar o carro até ao final. Para Sérgio Vaz, “o que levamos deste rali? A diversão de conduzir na Mata de S. Pedro de Moel com as condições que encontramos, pois desportivamente nada mais poderíamos fazer. Agradeço à equipa o trabalho desenvolvido mas são imponderáveis que acontecem nos ralis e temos de estar preparados para seguir em frente e esperar um pouco mais de sorte no próximo rali.” Próximo rali da equipa será o Rali Targa / Serra da Freita a 12 de Maio.

MR Team inicia época no Rally Vidreiro

É já neste Sábado, no Rally Vidreiro que a MR Team irá estrear o novo Opel Corsa OPC.  A viatura será conduzida por Paulo Moreira que contará nesta prova com a navegação de João Vieira e desta forma inicia a participação no Campeonato Open de Ralis de 2012.
Esta prova será abordada de uma forma muito cautelosa e servirá como um treino e preparação para as restantes provas do campeonato, uma vez que a viatura ficará pronta na véspera do rali.
O Opel Corsa OPC irá sofrer algumas evoluções ao nível de travões, motor e caixa para o próximo rali, o Rali Targa Vieira do Minho, com Daniel Ribeiro.
A MR Team irá participar no Open de Ralis com Paulo Moreira e na Taça de Portugal de Ralis com Daniel Ribeiro onde ambos partilham o Opel Corsa OPC.
A viatura foi montada pela Monteiros Racing Team e será assistida por esta mesma estrutura. Paulo Moreira e Daniel Ribeiro estão confiantes nas potencialidades do Opel Corsa OPC que, na sua máxima força, deverá disponibilizar 230 cv de potência às 6.000 rpm e 330 Nm de binário, suspensões Öhlins e travões AP.
A MR Team conta neste projeto com o apoio da Caetano Technik, BCA Portugal, ENI, Sópneus, Biodouro, Credibom, Leatronic, Irmscher, Tintauto, NSA Portugal, Grafite Serviços publicitários, Bompiso, Intermarché Fafe, Andromeda, DM higiene industrial e Moveis Carlos Alfredo.

Respol Racing Team no Rali Vidreiro a jogar "em casa"

O Rali Vidreiro que se realiza no próximo Sábado dia 14, será a quarta jornada do Campeonato OPEN de Ralis, e vai colocar literalmente a jogar “em casa” as duas equipas da Respol Racing Team, nas classificativas da mata de S. Pedro de Moel no concelho da Marinha Grande.
André Marques é de Leiria e conhece muito bem as estradas de asfalto deste rali, organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande, que propõe este ano uma estrutura de prova muito compacta, proporcionando ao público um espectáculo constante com muitas passagens a poderem ser incluídas na “agenda” dos adeptos dada a proximidade geográfica entre as diversas classificativas.
André Marques e Hugo Magalhães estão bastante optimistas para esta sua participação, depois do bom resultado obtido em Castelo Branco, deixando claros sinais de que a equipa está a crescer em competitividade com o Peugeot 206 S1600.
Para o piloto, “é um rali que não tem segredos para mim, vivo muito perto daqui e será a prova onde estarei mais à vontade para dar o meu melhor. Queremos estar na discussão dos cinco primeiros lugares, sempre atento às armadilhas do percurso do pinhal mas com o espírito de “maximum attack” sempre presente. A classificativa nocturna no final do rali pode ajudar a baralhar as contas de muitas equipas, mas quanto a nós estou muito confiante num bom resultado e vou atacar desde cedo para atingirmos o nosso objectivo de pontuar o máximo para o OPEN.”
Sérgio Vaz e Bino Santos marcam de novo presença, depois da desistência no rali anterior devido a uma saída de estrada que determinou o final precoce numa prova que estava a ser muito boa para a equipa que disputa o Troféu Modelstand, e que já deu mostras claras de ser rápida e eficiente.
O piloto de Torres Novas conhece igualmente muito bem o percurso da prova e as suas palavras não demonstram que a confiança da equipa tenha sido abalada, pois afirma que “queremos recomeçar no ponto exacto em que estávamos antes do incidente de Castelo Branco. A rapidez estava patente e a luta pelos lugares da frente do troféu era uma já uma certeza, e não vou desperdiçar a oportunidade de correr em S. Pedro de Moel sem cautelas excessivas. Vamos partir desde logo com um ritmo elevado, focados no objectivo de andar na frente, com o novo Peugeot 206 Gti de que dispomos.”
O rali Vidreiro terá seis especiais de classificação em asfalto, num total de 142 quilómetros de extensão, 55 dos quais cronometrados. A prova tem o seu arranque marcado na Marinha Grande ás 14 horas de Sábado, terminando previsivelmente por volta das 21h15 no mesmo local.

Rali Vidreiro é próximo desafio de Rui Garcia

Rui Garcia regressa às lides dos ralis após um interregno de quase 5 meses desde a sua última prova, inscrevendo de novo o seu Seat Marbella no grupo de concorrentes ao Troféu Fastbravo.
Apesar do tempo de inactividade, o piloto de Vila Nova de Gaia, navegado por Luis Sá, assume como principal objectivo no Rali Vidreiro a vitória no troféu, certo de que rapidamente encontrará um bom ritmo de prova num rali que conhece bem, e de que gosta bastante, estando desde já previsto uma sessão de testes na Sexta-feira que antecede a prova, visando a readaptação da equipa às exigências do pequeno Marbella.
Para Rui Garcia, “é sempre bom correr nesta região, onde os ralis são já uma tradição e onde o espectáculo está sempre garantido. Conto disputar o troféu Fastbravo até ao final da época embora já tenha decorrido uma jornada do mesmo, mas como podemos rejeitar uma pontuação do total de ralis previstos, creio que não será crítico para nós arrancarmos só agora, pois ainda está tudo em aberto.”
“Vou fazer uso da nossa experiência com o Marbella, e por isso temos como objectivo único vencer no troféu já neste rali. Estive parado desde Novembro, e é importante recuperar competitividade, daí termos o teste em agenda, para nos apresentarmos na nossa máxima força. Este ano pode ainda surgir um projecto de maior dimensão para mim, do qual ainda não quero revelar muitos detalhes, mas espero cumprir a época do Fastbravo até ao final pois os calendários de prova permitem que isso venha a acontecer .”
“Temos expectativas fundadas em poder lutar pela vitória no troféu, a luta será como habitualmente muito acesa, a concorrência é aguerrida, mas sabemos que é possível aspirar a vencer. Conheço grande parte do rali, se chover será bastante complicado com os pneus que usamos no troféu mas sendo igual para todos vencerá o melhor a superar as dificuldades. Chegar ao fim, pontuar muito e esperar pela fiabilidade do carro é o que desejo.”
O Troféu Fastbravo sai para a estrada pela segunda vez esta época, depois do Rali Coração D’Ouro já realizado. Na Marinha Grande e S. Pedro de Moel, os concorrentes vão percorrer seis classificativas de asfalto a partir das 14 horas de Sábado dia 14, prevendo-se o final da prova para as 21h15 .

André Cabeças regressa no Vidreiro

André Cabeças vai alinhar este Sábado no Rali Vidreiro, prova pontuável para o Campeonato OPEN de Ralis, surgindo pela segunda vez esta época aos comandos do competitivo Volkswagen Golf Kit-Car, mas que surgirá em S. Pedro de Moel com novas evoluções mecânicas que prometem tornar o carro ainda mais competitivo e pronto a lutar pelas primeiras posições da classificação geral do rali.
O piloto da HighBrand, assume que “esta é uma das minhas provas favoritas, já por várias vezes aqui disputei ralis e gosto bastante do traçado e dos desafios que o mesmo nos coloca. Este ano ainda mais, pois o rali é extremamente compacto, e desde já congratulo o organizador pela prova que desenhou, pois vai agradar quer ás equipas quer ao público. Como piloto amador que sou e que anda cá pelo gosto da competição automóvel, é um rali muito fácil de treinar, muito limitado em relação ao tempo que nos ocupa fora das obrigações profissionais e isso só pode ser registado com apreço.”
Já sobre as expectativas para a prova, o piloto de Lisboa afirma que “espero estar ainda mais rápido do que no Rali Montelongo no início da época. O carro recebeu um novo diferencial e a caixa de velocidades recebeu também novos componentes, para além de outras pequenas mudanças que tenho a certeza nos vão tornar mais competitivos, mas o ideal para manter as lutas em aberto até ao final era que não chovesse para se equilibrar o andamento entre os carros de duas rodas motris e os de tracção integral. Se chover, será muito mais difícil mas não deixo de assumir que gostaria de lutar pelo pódio neste rali e creio ter agora as condições ideais para o fazer.”
André Cabeças terá como co-piloto neste rali Júlio Sousa, sendo esta mais uma das novidades da equipa para o Rali Vidreiro, evento que começa no Sábado ás 14 horas na Marinha Grande e que fará os concorrentes percorrerem 142 quilómetros de percurso, divididos por seis especiais de classificação em asfalto totalmente desenhadas no interior da belíssima Mata de S. Pedro de Moel.

Salvador Gonzaga bastante motivado para o Vidreiro

S. Pedro de Moel será palco da quarta ronda do Campeonato Open de Ralis e terceira do Desafio Modelstand, em mais uma edição do Rallye Vidreiro, prova a cargo do Clube Automóvel da Marinha Grande.
A prova em pisos de asfalto contará com a dupla Salvador Gonzaga e Paulo Lopes, que depois de uma grande exibição no Rali de Castelo Branco, que terminou com a conquista da quarta posição, partem ainda mais motivados no seu Peugeot 206 Gti para este próximo desafio nos pisos de asfalto.
A equipa tem conseguido fazer uma grande evolução nesta presente época, atingindo já o seu objectivo inicial de rodar entre os três primeiros da competição monomarca, sendo o próximo passo garantir nos pódios finais de cada rali essa posição.
Como nos salienta o piloto “Temos evoluído bastante, e no Vidreiro queremos estar ainda a um melhor nível. Vamos tentar andar nos três primeiros, sabemos que a tarefa não é fácil, mas vamos bastante motivados. Esperemos contar com o piso seco, pois no pinhal o asfalto molhado torna-se bastante difícil, e temos que rodar com bastantes cautelas pois os troços apresentam bastantes armadilhas”.
O Rallye Vidreiro terá um total de seis troços cronometrados, totalizando 142 quilómetros, dos quais 55.60 em troços cronometrados. O programa da prova terá uma dupla passagem pelos troços da Marinha Grande, S. Pedro Moel e Farol de S. Pedro. O pódio final está previsto para as 21h15 na Marinha Grande.

Gil Antunes:“Fazer um bom resultado”

Será este próximo sábado que o Desafio ModelStand e o Campeonato Open de Ralis vão regressar à estrada, com a realização do Rali Vidreiro, prova a cargo do Clube Automóvel da Marinha Grande.
Na prova em pisos de asfalto estará presente a dupla da SFR Motorsport, Gil Antunes e Carlos Ramiro que encaram esta nova etapa ainda com mais motivação para alcançar um bom resultado com o seu Peugeot 206 Gti.
A dupla de Sintra em duas provas já conseguiu dois pódios, e em S. Pedro do Moel o objectivo é mais uma vez lutar pelos três primeiros lugares do troféu, fazendo ainda um bom resultado entre os carros de duas rodas motrizes no Open.
Como nos salienta o piloto de Aruil, “Vamos apostar novamente num ritmo que nos permita andar nos três primeiros do desafio Modelstand. Os nossos principais adversários têm estado muito fortes e não tem sido fácil chegar à vitória, mas sabemos que temos tudo ao nosso alcance para garantir uma vitória. Este é um traçado que já temos algum conhecimento dos anos anteriores e na qual temos nos encaixado bem, pelo que acredito que vamos conseguir fazer um bom rali. As condições do tempo poderão influenciar muito os resultados do rali, já que os troços com “chuva” ficam bastante escorregadios e é fácil errar. Da nossa parte com chuva ou sem ela vamos bastante motivados”.
Gil Antunes apesar de já ter provado todo o seu valor tem apostado prova a prova em evoluir mais e além disso prestigiado e divulgado ainda mais a imagem da sua equipa e dos seus patrocinadores. Como nos adiantou ainda o piloto “temos tentado prova a prova melhorar ainda mais. Há sempre alguma coisa que podemos corrigir, mesmo até os mais pequenos pormenores quer no carro, quer no meu desempenho e do meu navegador, que todos juntos podem nos tornar ainda mais rápidos. Está época estamos a jogar sempre pelo seguro na luta pelo titulo na competição. Prova disso são as duas primeiras provas onde optamos por assegurar o segundo lutar, em vez de arriscar o tudo ou nada para chegar à vitória. Nas provas de asfalto que faltam queremos ainda tentar chegar ao primeiro lugar, para nas provas em pisos de terra, onde nos sentimos mais à vontade, fazer os possíveis para garantir o título”.
Na passada semana o piloto teve a testar com a SFR Motorsport, num teste que se revelou extremamente positivo, pois a equipa conseguiu evoluir em diversos sentidos, corrigindo algumas situações que permitem à equipa ter ainda uma melhor prestação na prova em pisos de asfalto.
O Rali Vidreiro disputa-se apenas durante a tarde de sábado tendo as equipas que disputar uma dupla passagem pelos troços Marinha Grande, S. Pedro de Moel e Farol de São Pedro “100 anos”, o que totaliza 55,60 quilómetros em troços, e 142,34 no percurso total do rali.

Rali Vidreiro: Um novo começo para a A.Maia Sport

Depois da ausência da terceira prova do Campeonato Open de Ralis, a equipa A.MaiaSport, regressa agora no Rali Vidreiro novamente com as suas habituais duplas.
A Júlio Maia, que será mais uma vez acompanhado por Alexandre Rodrigues a bordo do Peugeot 206 S1600, junta-se pela primeira vez este ano Manuel Martins e Rui Vilaça num novo Peugeot 206 Gti, para lutar pelos melhores lugares do Desafio Modelstand.
O jovem piloto da equipa começa aqui a sua temporada, quando o trofeu já vai na terceira prova, estreando também um novo Peugeot 206 Gti. Tal certamente não condicionará o piloto apoiado pelo Credito Agrícola, ”já que é uma prova que gosto bastante, onde já obtive bons resultados. Não podemos entrar em grande loucuras já que agora somos obrigados a pontuar em todas as provas até ao final do ano, o que nos obriga a ser rápidos e estar atentos aos nossos adversários de forma a gerir o andamento. O novo carro, num pequeno teste que efetuámos, pareceu muito bom e como é todo novo certamente não teremos de nos preocupar com a sua fiabilidade. ”
Na prova organizada pelo CAMG, Júlio Maia também já obteve boas exibições, e depois da ausência em Castelo Branco o piloto quer voltar a andar rápido tal como fez na primeira prova do ano. O piloto, apoiado pelos Lubrificantes Liqui Moly vai á Marinha Grande lutar pelos melhores lugares da Cat.1, onde apenas a possível aparição da chuva pode dificultar a tarefa. “Esta é uma prova do agrado de quase todos os pilotos e eu não sou exceção. É um traçado rápido mas técnico com muitas armadilhas e se chover tudo se vai complicar. No meio do pinhal o piso torna-se escorregadio e como rodei muito poucos quilómetros com o S1600 nessas condições não estarei a 100%, mas vou dar o meu melhor para não comprometer a chegada ao final do rali” comentou o piloto da A.MaiaSport.
Outra das novidades para esta prova prende-se com a nova parceria entre a equipa poveira e a Associação Dar-a-Sorrir, uma associação de carácter social onde são desenvolvidas várias iniciativas na ajuda de pessoas carentes e sem recursos financeiros.
Deste modo a equipa vai ao longo da época dispor de um bidão no parque de assistência onde todos os presentes poderão deixar as suas “Tampinhas”, um dos projetos da associação tem como objectivo impulsionar a reciclagem e a solidariedade na angariação e recolha de tampinhas junto a sociedade. Posteriormente estas tampinhas recolhidas serão vendidas, e os fundos revertidos para a aquisição de vários tipos de equipamentos destinados à deficientes com necessidades especiais; que estejam impossibilitados de os adquirir por não obterem recursos financeiros para tal.
Resta salientar que o Rali começa no Sábado de tarde acabando noite dentro com a disputa de uma classificativa noturna.
A equipa agradece o apoio de todas a empresas de que continuam a acreditar no nosso projecto onde destacamos a: LIQUI MOLY, CRÉDITO AGRICOLA, WACKER NEUSON, A.MAIA LDA, BAR MOINHOS AO VENTO, AUTO COSTA E POVOACAR entre outros.

segunda-feira

Furo Impede vitória de Luís Mota

Já terminou mais uma edição do Vodafone Rally de Portugal 2012, que na presente edição foi fruto de surpresas que acabaram por dar mais algum colorido à prova em pisos de terra.
Para a equipa da Competisport, que alinhou no Rally de Portugal Open, o rescaldo da prova poderia ter sido em pleno, mas um furo veio a comprometer e a marcar a prova da dupla Luís Mota e Alexandre que alinharam com o competitivo Mitsubishi EVO IV.
Mostrando sempre um grande à vontade nos pisos de terra, o piloto do Cartaxo mostrou a razão de já ter alcançado inúmeros títulos, entrando com um ritmo forte que lhe garantiu o segundo tempo da geral logo na primeira especial.
Na passagem pelo troço de Vascão venceram a especial e com isto passam para a liderança do Rali, com 17,2 segundos de vantagem para o segundo classificado.
Apostado em garantir a vitória no Rali, a dupla entrou ainda mais motivada e concentrada para esta ultima especial, mas um furo veio a deitar tudo a perder, com a equipa a atrasar-se mais de cinco minutos e consequentemente entregar de bandeja a vitória no rali ao seu mais directo adversário.
Com o tempo perdido Luís Mota e Alexandre Ramos desceram par a 10a posição da geral, lugar onde terminaram esta segunda edição do Rally de Portugal Open.
Esta participação da Competisport não deixa contudo de ser positiva, pois foi um bom teste para as próximas provas de Terra do open de Ralis, onde a equipa irá utilizar este EVO IV e onde serão certamente uns dos sérios candidatos à vitória.
A dupla prossegue com o Rallye Vidreiro, prova pontuável para o Campeonato Open de Ralis e Campeonato Regional Ralis Centro, no próximo dia 14 de Abril na Marinha Grande.